Opinião: A reforma tributária é justa, mas seus desafios são imensos
A simplificação do sistema fiscal é bem-vinda, porém a transição de dez anos esconde armadilhas que o governo precisa enfrentar com coragem.
Por Carlos Drummond Neto
Antes de celebrar os estádios confirmados, é preciso perguntar o que o brasileiro comum vai ganhar com o evento.
Por Flávia Andrade|OReporter.com
A confirmação do Maracanã como palco da abertura da Copa de 2030 foi celebrada com fogos de artifício no Rio de Janeiro. Compreendo a emoção. Mas enquanto os fogos subiam, eu pensava nos moradores de favelas ao redor do estádio que foram removidos às pressas antes da Copa de 2014 — e nunca voltaram.
O Brasil tem um histórico claro com megaeventos esportivos: obras atrasadas, custos que dobram, promessas de legado que evaporam. O Engenhão, reformado para os Jogos de 2016, ficou fechado por dois anos por problemas estruturais. A Arena Amazônia, construída por R$ 700 milhões, recebe menos de cinco jogos por ano.
Não sou contra a Copa. Sou contra a ingenuidade. Se o governo quer o apoio popular para R$ 3,2 bilhões em investimentos, que apresente contratos transparentes, metas de mobilidade urbana auditáveis e um plano concreto de uso dos estádios após o evento. Vitrine sem conteúdo é só espelho.
A simplificação do sistema fiscal é bem-vinda, porém a transição de dez anos esconde armadilhas que o governo precisa enfrentar com coragem.
Por Carlos Drummond Neto
A tecnologia amplifica tanto a desinformação quanto a capacidade de combatê-la. O que define o resultado é a escolha política que fizermos agora.
Por Marina Pessoa
A simplificação do sistema fiscal é bem-vinda, porém a transição de dez anos esconde armadilhas que o governo precisa enfrentar com coragem.
Por Carlos Drummond Neto
A tecnologia amplifica tanto a desinformação quanto a capacidade de combatê-la. O que define o resultado é a escolha política que fizermos agora.
Por Marina Pessoa